«Ave, ó cheia de graça»
Homilia n.º 5; PG 43, 491.494.502 Que dizer? Que elogio se há de fazer à Virgem gloriosa e santa? Ela ultrapassa todos os seres, à exceção de Deus, sendo por natureza mais bela que os querubins, os serafins e todo o exército dos anjos. Nem as línguas do Céu nem as da Terra, nem as línguas dos anjos bastam para louvá-la. Virgem bendita, pomba pura, esposa celeste […], templo e trono da divindade! Cristo, sol esplendoroso do Céu e da Terra, pertence-te. Tu és a nuvem luminosa que fez descer Cristo, Ele o brilho resplandecente que ilumina o mundo. Rejubila, ó cheia de graça, portaLeia mais →



