Rm 12,6-14 | Mt 9,1-8 Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amados irmãos e irmãs, O Evangelho deste domingo apresenta um dos episódios mais comoventes do ministério público de nosso Senhor. Um homem paralítico é levado até Jesus por pessoas que acreditavam firmemente que somente Ele poderia devolver-lhe a saúde. Incapaz de caminhar, dependia inteiramente daqueles que o carregavam. Talvez já nem tivesse forças para pedir ajuda. No entanto, a fé dos seus amigos o conduziu até Cristo. O Evangelista faz questão de registrar um detalhe precioso: «Jesus, vendo a fé deles…». Não diz apenas a fé do paralítico, masLeia mais →

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amados irmãos e irmãs em Cristo, O Evangelho de hoje nos leva a um lugar estranho. Jesus atravessa o lago e chega à terra dos gadarenos. Ali, dois homens saem dos sepulcros. Eles já não vivem na cidade, não convivem com suas famílias, não participam da vida comum. Vivem entre os mortos, e o Evangelho diz que eram tão violentos que ninguém podia passar por aquele caminho. Mas Jesus passa. Esta é a primeira boa notícia deste domingo. O caminho que estava fechado para todos não estava fechado para Cristo. O lugar que todos evitavamLeia mais →

Deus não escolhe os mais fortes; fortalece aqueles que se deixam transformar pela Sua graça. Leitura Bíblicas: Apóstolo: II Coríntios 11,21b–12,9Evangelho: Mateus 16,13–19 Amados irmãos e irmãs, Hoje a Igreja reúne diante de nossos olhos dois homens extraordinários. Mas não porque tenham nascido extraordinários. Ao contrário: Pedro e Paulo tornam-se grandes porque permitiram que Deus realizasse neles aquilo que jamais conseguiriam realizar por si mesmos. O Evangelho apresenta um dos momentos mais importantes da história da salvação. Jesus pergunta aos discípulos: «Quem dizeis que Eu sou?» Essa pergunta não foi dirigida apenas aos Apóstolos. Ela atravessa os séculos e chega até cada um de nós.Leia mais →

Neste IV Domingo de São Mateus, a Igreja nos apresenta o encontro de Cristo com o centurião de Cafarnaum, cuja humildade e extraordinária fé suscitam a admiração do próprio Senhor. Confiando plenamente no poder da Palavra de Cristo, o centurião torna-se modelo de confiança, intercessão e obediência a Deus, enquanto a Epístola recorda que fomos libertados da escravidão do pecado para servir à justiça e caminhar rumo à vida eterna.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amados irmãos e irmãs, O Evangelho que acabamos de ouvir parece ter sido escrito para os nossos dias. Talvez poucas gerações tenham vivido com tantas facilidades materiais como a nossa. Temos acesso instantâneo à informação, à comunicação, ao entretenimento, à tecnologia e a recursos que nossos avós sequer poderiam imaginar. E, no entanto, raramente se viu tanta ansiedade, tanta inquietação e tanta dificuldade em encontrar paz interior. Vivemos numa época curiosa: temos mais meios para viver, mas frequentemente menos razões para viver; mais conexões, mas menos comunhão; mais conforto, mas nem sempre mais felicidade. ÉLeia mais →

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amados irmãos e irmãs, No domingo passado celebramos Todos os Santos. Contemplamos homens, mulheres, crianças, mártires, ascetas, bispos, monges e simples fiéis que permitiram ao Espírito Santo transformar suas vidas. Vimos o resultado final da obra de Deus no coração humano. Hoje, porém, a Igreja leva-nos ao começo dessa história. O Evangelho apresenta quatro pescadores à beira do Mar da Galileia: Pedro e André, Tiago e João. Nenhum deles imaginava que seria lembrado por milhões de cristãos dois mil anos depois. Eram homens simples, trabalhadores, ocupados com suas tarefas diárias. E justamente aí estáLeia mais →

Hebreus 11,33–40; 12,1–2 | Mateus 10,32–33; 37–38; 19,27–30 Amados irmãos e irmãs em Cristo, No domingo passado celebrávamos Pentecostes, a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos. Hoje, apenas uma semana depois, a Igreja coloca diante de nossos olhos a Festa de Todos os Santos. E isso não acontece por acaso. Existe aqui uma mensagem muito profunda. Pentecostes mostra a vinda do Espírito Santo; o Domingo de Todos os Santos mostra o fruto desta vinda. Se alguém perguntasse: “Qual foi o resultado de Pentecostes?”, a Igreja responderia: olhai para os santos. O Espírito Santo desceu sobre homens simples, pescadores, pessoas frágeis, pessoas que tinham medosLeia mais →

Amados irmãos e irmãs, Hoje celebramos uma das maiores festas do ano litúrgico: o santo Pentecostes, a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos. Após a Ressurreição e a Ascensão do Senhor, os discípulos permaneciam reunidos em Jerusalém, perseverando na oração. Eram homens simples. Alguns haviam sido pescadores. Outros cobradores de impostos. Nenhum deles possuía poder político ou influência social. Entretanto, naquele dia, tudo mudou. O Espírito Santo desceu sobre eles em forma de línguas de fogo. Aquele grupo pequeno e temeroso tornou-se a Igreja missionária. Pedro, que antes negara o Senhor por medo, agora proclama publicamente a Ressurreição de Cristo. E cerca de trêsLeia mais →

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amados irmãos, há algo tão bonito no Evangelho que acabamos de ouvir! Jesus ergue os olhos ao céu e reza ao Pai: “Pai santo, guarda-os em teu nome… para que sejam um, como nós somos um.” É a oração de Cristo pouco antes de sua Paixão. Pouco antes da Cruz. Pouco antes do sofrimento. E chama a atenção que, naquele momento, Ele não está preocupado consigo mesmo. Ele não fala de Sua dor. Não fala do julgamento que se aproxima. Ele fala dos seus discípulos. Ele reza por eles. E, mais ainda: reza por todosLeia mais →

Apóstolos: At 1,1–12Evangelho: Lc 24,36–53 Cristo Ascendeu! Quarenta dias após a Ressurreição, celebramos hoje a gloriosa Ascensão do Senhor aos Céus. À primeira vista, alguém poderia pensar que se trata de uma despedida: Cristo sobe aos céus e deixa seus discípulos na terra. Mas a Igreja compreende esta festa de modo completamente diferente. Se fosse uma despedida, os discípulos teriam voltado entristecidos. O Evangelho, porém, diz exatamente o contrário: eles retornaram a Jerusalém “com grande alegria”. Por quê? Porque compreenderam que Cristo não os abandonava. O Senhor inaugurava um novo modo de permanecer entre eles. Antes, Cristo caminhava ao lado dos discípulos; agora estaria presenteLeia mais →