Todo o fim do monge e a perfeição de coração consistem numa perseverança ininterrupta na oração. Tanto quanto ele está sujeito à fragilidade humana, esforça-se por adquirir uma tranquilidade absoluta de alma e uma perfeita pureza de coração. Tal é a razão que nos faz empreender o trabalho corporal e buscar de todas as maneiras a verdadeira contrição de coração, com uma constância incessante. Para adquirir o fervor e a pureza necessárias, a oração reclama uma total fidelidade nos seguintes pontos: primeiramente, uma completa libertação de toda a inquietação referente à carne. Em seguida, nenhum assunto, nenhum interesse cuja preocupação não possa ser excluída. RenunciarLeia mais →