Um fariseu e um publicano subiram até ao Templo para a oração. O fariseu começou por enunciar as suas qualidades, e proclamava: «Ó Deus, dou-te graças por não ser como o resto dos homens, que são ladrões, injustos, adúlteros; nem como este cobrador de impostos.» Miserável, que te atreves a julgar toda a terra! Porque espezinhas o teu próximo? E ainda sentes necessidade de condenar este publicano! […] A terra não te foi suficiente? Acusaste todos os homens, sem exceção: «por não ser como o resto dos homens […] nem como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo deLeia mais →

Um samaritano descia por aquele caminho. «Quem desceu do céu, senão aquele que subiu ao céu, o Filho do Homem, que está no céu?» (cf Jo 3,13). Vendo moribundo aquele homem que ninguém antes dele conseguira curar…, aproximou-se dele. Quer dizer, aceitando sofrer connosco, assumiu-se como nosso próximo e, apiedando-se de nós, fez-se nosso vizinho. «Ele tratou as suas feridas com óleo e vinho». Este médico tem muitos remédios com os quais costuma curar. As suas palavras são um remédio: tal palavra, liga as feridas; outra, verte o bálsamo; outra, o vinho adstringente… «Depois, transportou-o na sua própria montada». Ouve de que modo ele teLeia mais →