Já não vivemos sob a escravidão dos elementos do mundo, como diz o apóstolo Paulo. Já não estamos submetidos à letra da Lei (Col 2, 8; Rom 7, 6). Com efeito, é nisto que consiste o essencial das graças de Cristo; é aqui que o mistério se manifesta e que a natureza é renovada: Deus fez-se homem e a humanidade assim assumida é divinizada. Foi, portanto, necessário que a esplêndida habitação de Deus, tão visível entre os homens, fosse precedida por uma introdução à alegria, de que decorreria para nós o magnífico dom da salvação. Tal é o objecto da festa que celebramos: o nascimentoLeia mais →

Meu Deus, na Tua compaixão derrama sobre mim o olhar do Teu amor E recebe a minha ardente confissão. Pequei mais do que todos os homens, pequei só contra Ti, Senhor; faz-me participar da Tua misericórdia, meu Salvador, porque me criaste. […] Meu Redentor, manchei a Tua imagem e semelhança (Gn 1, 26), […] desfiz em farrapos o vestuário de perfeição que o próprio Criador fabricou para mim e estou nu; em seu lugar quis usar uma farpela rasgada, obra da serpente que me seduziu (Gn 3, 1-5). […] Fiquei fascinado com a beleza da árvore que traiu a minha inteligência: agora estou nu eLeia mais →