Ao enviar os Seus discípulos, […] Jesus diz-lhes: «Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos». Trata-se de animais que são inimigos, mas o Bom Pastor não teme o efeito que os lobos possam ter sobre o Seu rebanho; os discípulos não são enviados como presas, mas como distribuidores da graça. Graças à solicitude do Bom Pastor, os lobos nada podem contra os Seus cordeiros. Ele envia-os, pois, para que se cumpra esta palavra: nesse dia, «o lobo e o cordeiro pastarão juntos» (Is 65, 25). […] Aliás, os discípulos são enviados com a indicação de não levarem cajado na mão. E o que éLeia mais →

Acabais de o ouvir, irmãos caríssimos: dois discípulos de Jesus caminhavam na estrada e, não acreditando que era Ele, d’Ele falavam, porém. O Senhor apareceu-lhes, sem contudo Se lhes mostrar sob uma forma por que O pudessem reconhecer. O Senhor realizou portanto no exterior, aos olhos do corpo, o que neles se cumpria no interior, aos olhos do coração. No seu próprio interior, os discípulos amavam e duvidavam em simultâneo; no exterior, o Senhor estava presente sem no entanto manifestar Quem era. Áqueles que d’ Ele falavam, oferecia a Sua presença; mas aos que duvidavam d’Ele, escondia o aspecto habitual, que lhes teria permitido reconhecê-Lo.Leia mais →