«Como é bom, como é agradável, viverem os irmãos em unidade» (Sl 132, 1). […] Depois de ter estado com Jesus (Jo 1, 39), e de ter aprendido muitas coisas, André não guardou esse tesouro para si: apressou-se a ir ter com seu irmão, Simão Pedro, para partilhar com ele os bens que recebera. […] Repara no que ele diz ao irmão: «Encontramos o Messias (que quer dizer Cristo)» (Jo 1, 41). Estás a ver o fruto daquilo que ele tinha aprendido há tão pouco tempo? Isto é uma prova, a um tempo, da autoridade do Mestre que ensinou os Seus discípulos e, desde oLeia mais →

Assim que Cristo entra em nós com a sua própria carne, nós revivemos inteiramente; é inconcebível ou, mais ainda, impossível, que a vida não faça viver aqueles nos quais se introduziu. Tal como se cobre um tição ardente com um monte de palha para manter intacto o germe do fogo, assim nosso Senhor Jesus Cristo esconde a vida em nós pela sua própria carne e coloca aí como que uma semente de imortalidade, que afasta toda a corrupção que trazemos em nós. Não é pois apenas pela sua palavra que ele realiza a ressurreição dos mortos. Para mostrar que o seu corpo dá a vida,Leia mais →

“O discípulo não está acima do mestre. Será perfeito se for como o mestre”. Os bem-aventurados discípulos estavam destinados a tornar-se os guias e os mestres espirituais da terra inteira. Deviam assim dar provas, mais do que quaisquer outros, de um visível fervor, estar familiarizados com a maneira de viver segundo o Evangelho e dispostos a praticar qualquer boa obra. Teriam de transmitir àqueles que instruissem a doutrina exacta, salutar e estritamente conforma à verdade, depois de primeiramente a terem contemplado e deixado a luz divina iluminar a sua inteligência. Sem isso, seriam cegos a conduzir outros cegos. Porque os que estão mergulhados nas trevasLeia mais →