«Se Cristo morreu e ressuscitou, é para ser o Senhor dos mortos tal como dos vivos» (Rm 14,9). Contudo, «Deus não é o Deus dos mortos, mas o dos vivos» (Lc 20, 38). Por conseguinte, os mortos de quem é mestre Aquele que vive não estão mortos, mas vivos; e a vida domina-os a tal ponto que eles vivem sem mais temer a morte. Assim como «Cristo ressuscitado dos mortos não morre mais» (Rm 6,9), também eles são elevados e libertos da corrupção e não mais verão a morte. Terão parte na ressurreição de Cristo, tal como Ele mesmo tomou parte na nossa morte. CristoLeia mais →

O que será a vinda de Cristo? A libertação da escravatura e a rejeição das antigas cadeias, o começo da liberdade e a honra da adoção, a fonte da remissão dos pecados e a vida verdadeiramente imortal para todos. Sendo o Verbo, Palavra de Deus, viu-nos do alto tiranizados pela morte, enganados, atados pelos laços da decadência, levados por um caminho sem retorno, e veio tomar a natureza de Adão, o primeiro homem, segundo o desígnio do Pai. Ele não confiou aos anjos nem aos arcanjos a responsabilidade da nossa salvação, mas tomou a Seu cargo todo o combate por nós, obedecendo às ordens doLeia mais →

No Evangelho de São Mateus, Jesus acabara de curar dois estrangeiros, em território pagão.] Neste paralítico, é a totalidade dos pagãos que se apresenta a Cristo, para ser curada. Mas mesmo os termos dessa cura devem ser analisados: o que Ele diz ao paralítico não é «Fica curado», nem «Levanta-te e anda», mas «Filho, tem confiança, os teus pecados estão perdoados» (Mt 9, 2). Num só homem, Adão, foram os pecados transmitidos a todos os povos. É por isso que aquele a quem se chama filho se apresenta para ser curado […]; porque esse filho é a primeira obra de Deus […], que agora recebeLeia mais →