O Senhor Deus entregou o seu próprio Filho à morte de cruz pelo seu ardente amor pela criação. Não porque não pudesse resgatar-nos de outro modo, mas porque quis manifestar dessa maneira o seu amor desbordante, para nosso ensinamento. E, pela morte do seu Filho Unigênito, aproximou-nos de Ele. Sim, se Ele tivesse tido outra coisa mais preciosa, no-la teria dado a fim de Lhe pertencermos plenamente. Pelo seu grande amor por nós, não se compraz em violentar a nossa liberdade, embora tenha a possibilidade de fazê-lo, mas antes preferiu que chegássemos a Ele pelo amor do que podíamos compreender. Pelo seu grande amor porLeia mais →

Os apóstolos viram o Senhor na sua glória quando ele foi transfigurado sobre o Monte Tabor; mas, mais tarde, na hora da sua paixão, eles fugiram com medo. Tal é a fragilidade do homem. Em verdade, somos bem desta terra; mais: desta terra pecadora. Por isso o Senhor disse: «Sem mim, nada podeis fazer». E é mesmo assim. Quando a graça está em nós, somos verdadeiramente humildes; então a nossa inteligência é mais viva, e somos obedientes, doces, agradáveis a Deus e aos homens. Mas quando perdemos a graça, secamos como um sarmento cortado da videira. Se alguém não ama o seu irmão pelo qualLeia mais →