Eu te invoquei, ó Precursor, dia e noite: socorre-me, divino Batista, a mim, que na tua pessoa ganhei um advogado junto do Criador, para que eu seja salvo do castigo eterno. Tu, ó Precursor, ó Sábio, que és o mais belo filho do deserto e verdadeiro amigo do Criador, livra-me, pelas tuas orações, das amizades nocivas […]. João, tu que batizaste o Senhor, corrige, pela tua intercessão, a pessoa incorrigível que sou, e arranca-me […] ao fogo que arde eternamente. […] Jovem rebento que alegras o deserto, Precursor de Cristo, arranca pela raiz a negligência que não pára de crescer em mim e digna-te fazer-meLeia mais →

Aquele que as hostes celestes glorificam, diante do qual tremem os querubins e os serafins, que todo o sopro e toda a criatura celebram, bendizei-O e exaltai-O pelos séculos dos séculos. Acende a lamparina da minha alma, faz brilhar a tocha do meu espírito, ó meu Salvador, para que eu possa estar à tua espera a meio da noite com os meus companheiros, de rins bem cingidos. Verdadeiramente radiantes e bem-aventurados serão esses servos que o senhor encontrar vigilantes ao voltar, perseverando no temor a meio da noite; peço-Te que me julgues digno de ser um deles. Ó minha luz temível, minha luz incompreensível, FilhoLeia mais →

Ó madeiro três vezes bendito sobre o qual foi depositado Cristo, Rei e Senhor, madeiro sobre o qual aquele que enganou Adão por meio do madeiro caiu na armadilha do Deus pregado a ti na sua carne, que dá a paz à nossa alma! O madeiro três vezes bendito onde o Redentor, o Senhor, foi pregado na sua carne, e pelo qual pereceu aquele que, por meio do madeiro, tinha enganado Adão fazendo-o desobedecer, foi este madeiro que ressuscitou o mesmo Adão, tornando-se fonte de incorruptibilidade para a nossa alma. Pela tua crucifixão, chamaste do exílio a raça de Adão, a primeira criação: incorruptível naLeia mais →

Profeta nascido dum profeta, batizaste o Senhor, foste «a voz que clama no deserto: convertei-vos» (Mt 3,2), e repreendeste Herodes pelos seus ímpios deboches. Por isso, correste a anunciar o Reino de Deus aos que estavam cativos na morada dos mortos. […] Percursor e profeta, batizaste e foste mártir sendo voz do Verbo, seu mensageiro, sua chama; tu, que foste o maior dos profetas, segundo o testemunho de Deus (cf Mt 11,9), implora ao Senhor que salve de todas as provações e desgraças os que festejam com amor a tua memória resplandecente. […] Vinde todos os povos, celebremos o profeta e mártir que batizou oLeia mais →

Tu ressuscitaste dos mortos, Tu, que és a vida de todos, e um anjo de luz gritou às mulheres: «Não choreis, ide contar a boa nova aos apóstolos, cantai a plenos pulmões que Ele ressuscitou, Ele, Cristo Senhor, que, sendo Deus, quis salvar o gênero humano!». Senhor, eu ouvi o mistério da tua encarnação, considerei as tuas obras e glorifiquei a tua divindade. Cristo, nosso Deus, foste pregado na cruz por um bando de rebeldes, e por essa cruz salvaste, na tua misericórdia, aqueles que glorificam a tua ressurreição. Ao dar-me a comer o fruto da árvore, o inimigo expulsou-me do Éden; porém, graças àLeia mais →

Escuta, Adão, e alegra-te com Eva, pois aquele que vos despojou a ambos e, com o seu engano, vos tornou cativos foi reduzido à impotência na cruz de Cristo. Hoje, ó Cristo, aboliste o império da morte com o teu poder e libertaste, ó doador da vida, as almas dos homens graças à tua ressurreição, Tu, nosso Salvador. Como a multidão dos anjos no Céu, assim o gênero humano celebra na terra a santíssima ressurreição da tua bondade, Senhor. Hoje, Cristo ressuscitou do túmulo, do qual fez sair a incorruptibilidade para todos os mortais, e, na sua misericórdia, inaugurou com as portadoras de perfumes aLeia mais →

Através da cruz, a morte que se abateu sobre o género humano por ter comido do fruto da árvore foi hoje reduzida à impotência; pois a maldição que a nossa raça tinha herdado dos nossos primeiros pais foi apagada graças à descendência da puríssima Mãe de Deus, aquela que todos os poderes do Céu engrandecem. Foi na tua essência humana que sofreste, à maneira de um homem, a Paixão, e não na tua natureza divina, Senhor: impassível na tua divindade, foi na carne assumida que suportaste todos os sofrimentos; por isso Te louvamos, Senhor, em ambas as essências. Num desígnio de misericórdia, o Mestre aniquilou-SeLeia mais →

«Prodígio assustador: como pode o túmulo conter-Te, meu filho, se os limites do mundo Te não contêm?» perguntava a Virgem. «A luz dos meus olhos escureceu. Como é possível que, sem o Sol se pôr, eu Te veja desaparecer sob a terra!» […] O Sol revestiu-se de trevas ao ver-Te, a Ti, Uno da Trindade, esconder os teus raios sob a terra e desnudar as cavernas do Inferno, resgatando à força o condenado aos grilhões e perdoando-lhe a pena. Vinde, almas todas dos fiéis que correis para o túmulo com perfumes, porque eis que irrompe a boa nova da alegria e do júbilo: Cristo SalvadorLeia mais →

Tu, voz do Verbo, acolhe agora as nossas vozes, ó Batista, e livra o teu povo de paixões, de perigos, de inúmeras aflições e do castigo eterno. Tu, bem-aventurado, que apontas sempre para o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, suplica-Lhe que apague as minhas profundas e duradouras faltas, e me torne digno da vida. Ó minha alma, apressa-te a clamar, dissipando as trevas das paixões insensatas: «Tem piedade de mim, Jesus, por intercessão do Batista, e tira-me do atoleiro das minhas obras!». Mãe de Deus, foste tu, Puríssima, que trouxeste ao mundo Aquele diante do qual tremem os exércitos celestes, eLeia mais →

Todo o sopro mortal honra o teu parto, ó Puríssima, e a corte dos anjos celebra o mistério incompreensível do teu nascimento, de como concebeste no teu seio o Criador do universo e O deste à luz: temíveis, estranhos, extraordinários, absolutamente espantosos, ó Soberana, são os teus prodígios! Já que tens com teu Filho, ó Soberana, a liberdade de palavra de uma mãe, não cesses de Lhe implorar com tuas divinas súplicas que sejam libertados de toda a aflição aqueles que te suplicam, Mãe de Deus, que te honram com amor como refúgio para a nossa salvação, como recurso divino, ó toda pura, como muralhaLeia mais →