«A CASA ENCHEU-SE COM A FRAGRÂNCIA DO PERFUME»
A esposa do Cântico dos Cânticos diz: «o meu nardo dá o seu perfume» (1,12) […]; mas podemos ler também «o Seu perfume». […] A esposa aproximou-se do Esposo, ungiu-O com os seus unguentos e, surpreendentemente, foi como se o nardo não tivesse dado perfume enquanto estava nas mãos da esposa, mas o desse ao entrar em contato com o corpo do Esposo — de sorte que, segundo parece, não foi tanto Ele que recebeu o perfume do nardo, mas foi antes o nardo que o recebeu, como se viesse d’Ele. […] Apresentamos aqui a esposa Igreja, na pessoa de Maria: diz-se que ela traziaLeia mais →


