Quando vieram a Ele, eram pescadores de peixe, e tornaram-se pescadores de homens, como está dito: «Eis que agora mandarei chamar muitos pescadores e eles os pescarão; depois disso lhes enviarei muitos caçadores, e eles os caçarão em cada monte e colina e nas cavernas dos penhascos» (Jer 16,16). Se tivesse enviado sábios, dir-se-ia que tinham persuadido o povo e o tinham ganhado, ou que o tinham enganado e aprisionado. Se tivesse enviado ricos, dir-se-ia que tinham enganado o povo, alimentando-o, ou que o haviam corrompido com dinheiro e subjugado. Se tivesse enviado homens fortes, dir-se-ia que tinham atraído o povo pela força ou forçadoLeia mais →

Jesus Cristo, Nosso Senhor, Do seio do Pai veio até nós. Chegou, livrou-nos das trevas E encheu-nos da sua alegre Luz. O dia nasceu para os homens; O poder das trevas foi anulado. Da sua Luz veio para nós uma luz Que iluminou nossos olhos apagados. Ergueu a sua Glória sobre a terra E iluminou os abismos mais profundos. Aniquilou a morte, pôs fim às trevas, Despedaçou as portas do inferno. Iluminou todas as criaturas Em trevas desde os tempos mais antigos, Realizou a salvação e deu-nos a vida; Virá depois na sua Glória E iluminará os olhos de todos Os que O tiverem esperado.Leia mais →

Estes homens estavam prontos para trabalhar, mas ninguém os contratara; eram laboriosos, mas estavam ociosos por falta de trabalho e de patrão. Foi então que uma voz os contratou, que uma palavra os pôs a caminho e, no seu zelo, não combinaram previamente o preço do seu trabalho, como tinham feito os primeiros. O senhor avaliou a sua tarefa com sabedoria e pagou-lhes o mesmo que aos outros. Nosso Senhor proferiu esta parábola para que ninguém diga: «Como não fui chamado na juventude, não posso ser recebido.» Mostrou assim que, seja qual for o momento da sua conversão, todos os homens serão acolhidos. […] EleLeia mais →

Fazei resplandecer, Senhor, o dia luminoso da vossa ciência e dissipai as trevas noturnas da nossa alma, para que seja iluminada e Vos sirva renovada e pura. O nascer do sol assinala aos mortais o começo das suas labutas; adornai, Senhor, a morada da nossa alma, para que nela permaneça o esplendor daquele dia que não tem fim.  Fazei, Senhor, que cheguemos a contemplar em nós mesmos a vida da ressurreição, e que nada consiga apartar o nosso espírito das vossas alegrias. Imprimi, Senhor, em nossos corações o sinal daquele dia que não se rege pelo movimento do sol, infundindo-nos uma constante orientação para Vós.Leia mais →

Ritual do Batismo e Santo Efrém (c. 306-373), Hino nº3 sobre a Epifania Oração para a unção depois do batismo: «Pelo batismo, Deus todo-poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, libertou-te do pecado e fez-te renascer da água e do Espírito. Fazes agora parte do seu povo; marcou-te com o óleo santo para que sejas eternamente membro de Jesus Cristo, sacerdote, profeta e rei.» Como é alto o lugar que ocupais! Enquanto a pecadora ungiu Os pés do seu Senhor, como uma serva (cf Lc 7,38), É o próprio Cristo que pelos seus ministros, qual servo, Marca o vosso corpo com a unção batismal. OLeia mais →

«MARIA CONSERVAVA TODAS ESTAS COISAS, PONDERANDO-AS NO SEU CORAÇÃO» (LC 2,19)Hi Com palavras sublimes, Ardendo de amor, Maria embalava-O: «Como me foi dado, a mim, a solitária, Conceber e dar à luz Aquele que é o único e o múltiplo, O mais pequeno e o Maior? Aqui está Ele inteiro, junto a mim E inteiro perto de todo o universo. No dia em que Gabriel Entrou na minha pobre casa Tornou-me de súbito Nobre dama e serva: Pois eu era a serva da tua divindade (cf Lc 1,38), Mas também sou a mãe Da tua humanidade, Meu Senhor e meu filho! A serva tornou-se deLeia mais →

Ele levou-os para a montanha para lhes mostrar a glória da sua divindade e lhes dar a conhecer que era o Redentor de Israel, como lhes tinha anunciado pelos seus profetas. […] Eles tinham-no visto comer e beber, fatigar-Se e repousar, acalmar e dormir, sentir pavor até suar gotas de sangue, tudo coisas que não pareciam estar em harmonia com a sua natureza divina e não convir senão à sua humanidade. Por isso os levou à montanha, para que o Pai Lhe chamasse seu Filho e lhes mostrasse que era verdadeiramente seu filho e que era Deus. Levou-os à montanha e mostrou-lhes a sua realezaLeia mais →

O Senhor disse-nos: «Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do Céu, nem o Filho», para impedir qualquer pergunta sobre o momento da Sua segunda vinda: «Não vos compete saber os tempos nem os momentos» (Mt 24,36; Act 1,7). No-lo escondeu para que estivéssemos vigilantes e para que cada um de nós pudesse pensar que esta vinda ocorrerá durante o seu tempo de vida. […] Vigiai, porque quando o corpo adormece é a natureza que nos domina, e nessa altura a nossa ação não é dirigida pela nossa vontade mas pela força da natureza. E quando reina sobre a almaLeia mais →

No deserto, Nosso Senhor multiplicou o pão e em Caná transformou a água em vinho. Deste modo, habituou a boca dos Seus discípulos ao Seu pão e ao Seu vinho, até à altura em que lhes daria o Seu corpo e o Seu sangue. Fez-lhes provar um pão e um vinho transitórios para fazer nascer neles o desejo do Seu corpo e do Seu sangue vivificantes. Deu-lhes estas pequenas coisas generosamente para que eles soubessem que a Sua dádiva suprema seria gratuita. Deu-lhas gratuitamente embora eles tivessem podido comprar-Lhas, para que ficassem a saber que não lhes pediria que pagassem uma coisa inestimável: porque, emboraLeia mais →

Porque terá Nosso Senhor, como primeiro sinal, transformado a água em vinho? Foi para demonstrar como Deus, que transforma a natureza do interior das garrafas, opera também a Sua transformação no seio da Virgem. De igual modo, como milagre máximo, Jesus abriu um túmulo a fim de manifestar a Sua independência em relação à ávida morte, que tudo engole. Para autenticar e confirmar a dupla perturbação da natureza que são o Seu nascimento e a Sua ressurreição, Jesus transforma a água em vinho, sem em nada modificar as vasilhas de pedra. Eis aqui o símbolo do Seu próprio corpo, milagrosamente concebido e maravilhosamente criado numaLeia mais →