«Amai os vossos inimigos […], para serdes filhos»
Todo aquele que consegue, pela caridade, chegar à imagem e semelhança de Deus, daí em diante deleita-se no bem, por causa do gosto que nele encontra. Abraça com o mesmo amor a paciência e a mansidão. As falhas dos pecadores já não o irritam nem o levam à ira; antes implora o seu perdão, devido à grande piedade e compaixão que sente por ver as suas penas. Não se recorda de ter também experimentado o aguilhão de paixões semelhantes até ao dia em que, na sua misericórdia, o Senhor condescendeu em preservá-lo delas? Não foram os seus próprios esforços que o salvaram da insolência daLeia mais →



