«Trazei depressa a melhor túnica»
«O homem, ao morrer, acaba. O mortal expira e onde está ele?» (Jb 14,10). Haverá algum homem que não tenha pecado. Há um só, aquele que veio a este mundo sem nascer do pecado. E, como estamos todos acorrentados no pecado, todos morremos da própria perda da justiça, despojados da veste da inocência que nos tinha sido concedida no Paraíso e consumidos pela morte da carne que é sua consequência. […] É esta nudez de seu filho pecador que o pai quer cobrir ao vê-lo regressar, dizendo: «Trazei depressa a melhor túnica». Sim, a melhor túnica, que é a veste da inocência que o homemLeia mais →







