«O caminho dos filhos»
Se alguém quer tender à perfeição, partirá do primeiro degrau, que é o do temor, estado propriamente servil, […] e elevar-se-á, em progresso continuado, até às vias superiores da esperança. Esta […] espera a recompensa, […] mas ainda não alcançou aquele sentimento do filho, que, confiando-se à indulgência e à liberalidade paternas, não duvida de que tudo o que é de seu pai também é seu. O filho pródigo do evangelho não ousa a aspirar, depois de tudo o que perdeu, ao nome de filho. Reparai que ele invejava as arrobas que os porcos comiam, ou seja, o alimento sórdido do vício, e ninguém lhasLeia mais →








