«Este é o meu sangue […], derramado pela multidão»
Os amantes deste mundo demonstram a sua generosidade oferecendo-se dinheiro, vestes e presentes diversos; mas nenhum deles dá o seu sangue. Cristo, em contrapartida, é o seu sangue que dá, demonstrando assim a ternura que tem por nós e o ardor do seu afeto. Na antiga Lei, […] Deus aceitava o sangue dos sacrifícios, mas fazia-o para impedir o seu povo de o oferecer aos ídolos, o que já era uma prova de grande amor. Mas Cristo alterou este rito […]; a vítima já não é a mesma, pois é a Si próprio que Ele oferece em sacrifício. «O pão que partimos não é aLeia mais →








